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12 gates, 4 estações, do tema à defesa.

O ACRITA conduz seu trabalho de conclusão de curso — TCC, artigo, dissertação ou tese — por um percurso de 12 gates de rigor metodológico. Cada gate exige a sua leitura e a sua aprovação antes de avançar. Aqui está o método inteiro, aberto.

Estação I / IV — Fundação

Antes de escrever, decidir o que se quer provar.

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Contrato Científico

Antes de qualquer palavra escrita, é preciso deixar explícito qual é o tipo de trabalho — artigo, projeto de qualificação, TCC, dissertação ou tese — a norma que ele vai seguir (ABNT, APA ou Vancouver) e o nível de rigor que a banca ou o periódico vai cobrar. Também é o momento de separar com clareza o que é responsabilidade sua, autor, e o que é apoio da ferramenta. Trabalhos que começam sem esse acordo tendem a se perder no meio do caminho, quando aparece uma exigência que ninguém tinha combinado.

No ACRITA
formaliza o contrato por escrito, com norma, prazo e escopo de autoria definidos antes do gate 1.

g1

Delimitação do Tema

Um tema largo demais é a causa mais comum de trabalho travado. "Educação e tecnologia" não é tema de pesquisa; é assunto de conversa. A delimitação recorta esse assunto até chegar a uma pergunta específica, respondível no prazo que você tem e com os recursos aos quais tem acesso. Uma pergunta bem delimitada já carrega, embutida, a estrutura do trabalho inteiro.

No ACRITA
força o recorte iterativo até a pergunta caber em uma frase e passar no teste de viabilidade.

g2

Cartografia da Literatura

Nenhum trabalho científico começa do zero. Antes de propor qualquer coisa, é preciso mapear o que já foi publicado sobre o tema — quais são os autores centrais, quais correntes disputam a interpretação, o que já é consenso e o que ainda está em aberto. Sem esse mapa, você corre dois riscos: repetir o que já existe achando que é original, ou ignorar uma referência que a banca considera obrigatória.

No ACRITA
organiza a revisão em quadros comparativos e sinaliza autores e obras que sua área espera ver citados.

g3

A Lacuna

A partir do mapa da literatura, aparece o que ainda não foi bem respondido — a pergunta que os trabalhos anteriores rodearam mas não fecharam, o recorte que ninguém aplicou, o contexto brasileiro que estudos estrangeiros não cobrem. É nesse vão que mora a contribuição original do seu trabalho, e é ele que justifica por que o trabalho precisa existir.

No ACRITA
confronta a pergunta com a literatura mapeada e explicita, em uma frase, qual é a lacuna que o trabalho ocupa.

Estação II / IV — Prova

Método não é capítulo. É a espinha do trabalho.

g4

Desenho Metodológico

O método precisa ser coerente com a pergunta, não o contrário. Uma pergunta sobre a experiência subjetiva de um grupo pede abordagem qualitativa; uma pergunta sobre a relação entre duas variáveis mensuráveis pede abordagem quantitativa. Definir aqui o tipo de estudo, a natureza dos dados, o corpus ou a amostra e os procedimentos de análise é o que sustenta, mais tarde, a validade da resposta. Método não é um capítulo a preencher com jargão: é o que garante que a conclusão faça sentido.

No ACRITA
cruza sua pergunta com desenhos metodológicos possíveis e aponta os riscos de validade de cada escolha.

g5

Matriz de Evidências

Antes de escrever, você monta uma matriz que amarra cada afirmação que o trabalho pretende sustentar à evidência que a sustenta — um dado, um estudo, uma citação, um trecho do corpus. É um exercício desconfortável, porque expõe as afirmações que você repetia sem base. Fazer isso agora é muito mais barato do que descobrir na banca que uma conclusão inteira estava apoiada no nada.

No ACRITA
estrutura a matriz num quadro editável e sinaliza toda afirmação que ainda está sem lastro.

g6

Arquitetura do Argumento

O sumário não é a primeira coisa a nascer; é a última coisa da fase de projeto. Só depois de você ter pergunta, método e matriz de evidências é que faz sentido decidir a ordem em que a tese se sustenta — o que vem primeiro, o que precisa estar estabelecido antes do próximo passo, onde o argumento fecha. Um sumário improvisado no meio da escrita é o que produz aqueles capítulos que não conversam entre si.

No ACRITA
propõe a arquitetura em blocos lógicos e força cada capítulo a declarar qual papel cumpre no argumento maior.

Estação III / IV — Fogo

A banca vai atacar. Melhor que o ataque venha antes.

g7

Oposição Crítica (Modo Brutal)

É o gate que a maior parte das ferramentas não faz. Antes da banca, o próprio argumento é submetido às perguntas mais duras que um avaliador rigoroso faria: onde o método é frouxo, qual afirmação não se sustenta na evidência apresentada, qual autor central foi ignorado, qual conclusão vai além do que os dados permitem. É desconfortável de propósito. O tombo, se vier, é melhor que venha aqui, quando ainda dá tempo de corrigir.

No ACRITA
encena a banca mais crítica possível e devolve, gate a gate, os pontos que precisam ser reforçados ou reescritos.

g8

Escrita Modular

A redação avança por seções, na sua voz, respeitando a arquitetura decidida no g6. Escrever em blocos permite revisar cada parte contra a matriz de evidências antes de avançar, e evita o efeito comum de perder o fio do argumento em um texto escrito de uma vez só. Cada seção fechada é um pedaço a menos de trabalho pendente e uma peça a mais de coerência garantida.

No ACRITA
conduz a escrita seção por seção, mantendo a coerência com pergunta, método e matriz de evidências.

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Revisão por Pares

Reler o texto com o olhar de quem avalia, não de quem torce, é outro exercício de disciplina. Cada parágrafo precisa cumprir uma função clara dentro do argumento; frases que não avançam a tese, repetições, transições fracas e passagens ambíguas aparecem quando a leitura é feita com essa lente. Este gate é o momento de podar antes de auditar a bibliografia.

No ACRITA
faz a passada crítica frase a frase e marca o que atrapalha o argumento — corte sugerido, sem afago.

Estação IV / IV — Selo

Fechar sem deixar nenhuma ponta solta.

g10

Auditoria de Referências

Cada referência citada é conferida contra a fonte real, uma por uma. Autor, ano, título, veículo e página precisam bater — e a passagem citada precisa efetivamente sustentar o que você afirmou a partir dela. Toda citação que não resistir à checagem sai do trabalho, não é maquiada. É a etapa que faz a diferença entre um trabalho que pode ser lido pela banca com o Google aberto e um trabalho que evita o silêncio na sala.

No ACRITA
audita cada referência contra a fonte real, uma a uma, e elimina o que não resistir à checagem.

g11

Editor Final + Autoria

Fechamento na norma escolhida — ABNT, APA ou Vancouver — com sumário, listas, citações, referências e formatação padronizados. Junto com isso, é emitida a Declaração de Uso de IA, documento que registra com transparência onde a ferramenta atuou no processo. Amparada na Lei 9.610/1998, essa declaração é o que permite entregar o trabalho para a banca com a autoria clara: o texto passou pela ferramenta, mas o raciocínio e as decisões continuam sendo suas.

No ACRITA
aplica a norma na origem do texto e gera a Declaração de Uso de IA pronta para anexar ao trabalho.

« Da primeira decisão à Declaração de Uso de IA. »

Comece seu trabalho pelo gate 0.

O contrato científico é a primeira coisa que a ferramenta faz com você. Nada avança sem você aprovar.